domingo, junho 19

IDANHA-A-VELHA

Idanha-a-Velha, ainda engalanada com o florido primaveril, prova que tem mais para mostrar para além dos vestígios arqueológicos, que lhe valeram a classificação de aldeia histórica, e atraem estudantes, especialistas e turistas curiosos.



Catedral


Uma foto lapidar


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Artesanato e produtos regionais
Provar, sem falta, o queijinho da zona


A gárgula dos segredos


Catedral (interior)

Há vida nova na catedral

À conquista de território

Posto de vigia

Monte de "rosmanos" junto à matriz. Preparativos para os santos populares?

- São as calças do rei wamba! (Comentário de um "turista" enquanto eu fazia esta fotografia)

4 comentários:

Idanhense sonhadora disse...

Amigo Chansco , claro que o nosso concelho ,e neste caso Idanha-a-Velha , têm sempre mais e mais para ver !!Gostei da maneira algo divertida como apresentou aquela a que eu chamo a " minha Egitânia" (vaidade !!!, não consigo esquecer as pedrinhas que pus "ao de cima ")Aquela das calças do rei Vamba tem mesmo muita graça ... Continue ...
Muntas vesitas
Quina

Fátima Pereira Stocker disse...

Caro Chanesco

Pois cá vamos conhecendo a cara uns dos outros através da internet. Desta vez o prazer é todo meu!

Idanha a Velha é das terras do nosso País que mais me seduz. Obrigada por no-la recordar.

Um abraço

Chanesco disse...

Quina

Sendo Idanha-a-Velha sobejamente conhecida, pôr aqui as fotos tipo “cliché”, que todo o mundo conhece, seria mostrar o que está mais que visto.

A graça, de que aliás tento sempre dar um ar ao longo do blog, é aqui introduzida para aligeirar um tema que se nos apresenta sempre como um caso sério e dar a entender que a história está presente, mas de forma superficial.
É como quem diz: como não sei muito disto, também não fico mal visto.

Quanto a Salvaterra, foi uma agradável surpresa. Já lá não ia há um a boa “mantcheia” de anos. Gostei de ver a adesão da população, tanto local como forasteira.

A caneca personalizada foi um milagre das novas tecnologias. Na realidade foi adquirida lá, incluída num Kit de “sobrevivência”, sem o qual não se podia consumir.
O adufe, embora já tenha visto tocar alguns fora do contexto tradicional, achei que uma boa forma, original, de integrar o instrumento. É claro que a nossa maneira de o tocar tem outro impacto, toca-nos mais (atão, se forem muitos, até faz “couro de pita”), mas acho que devemos estar abertos à criatividade.

Vegitas para si tamem


Fátima

De facto Idanha-a-Velha é uma aldeia que impressiona. Quando entrei pela primeira vez na catedral, ainda sem as obras de “recuperação” (ponho aspas porque há quem defenda que as obras vieram descaracterizar o monumento), tive uma sensação de insegurança lá dentro.

Salvaterra do Extremo é uma das aldeias do concelho de Idanha mais ligadas ao contrabando, com uma particularidade: diz-se que a passagem de géneros de um lado para o outro da fronteira não era exclusividade dos homens. Havia outras tantas mulheres a fazer o mesmo, o que não acontecia nas aldeias vizinhas.

Um abraço

Eddy Nelson disse...

amigo armando, é com enorme deleite que leio estas tuas "pequenas-grandes" viagens pelas terras raianas...

um abraço